05/11/16

Com Tudo o Que Possuis, Adquire a Unção!


 Por  Pastor Metodista Leonard Ravenhill

Por mais erudito que um homem seja, por mais perfeita que seja sua capacidade de expressão, mais ampla sua visão das coisas, mais grandiosa sua eloquência, mais simpática sua aparência, nada disso toma o lugar do fervor espiritual. É pelo fogo que a oração sobe aos céus. O fogo empresta asas à oração, dando-lhe acesso a Deus; comunica-lhe energias e torna-a aceitável diante do Senhor. Sem fogo não há incenso; sem fervor não há oração.” E. M. Bounds
Pela fé e pela oração, fortaleça as mãos frouxas e firme os joelhos vacilantes. Você ora e jejua? Importune o trono da graça e seja persistente em oração. Só assim receberá a misericórdia de Deus.” João Wesley
Antes de ocorrer o grande avivamento de Gallneukirchen, Martin Boos passava horas e horas, dias e dias, e até noites em oração, intercedendo sozinho, agonizando perante Deus. Mas quando ele pregava, sua palavra era como fogo, e o coração dos ouvintes, como capim seco.” D. M. McIntyre, D. D.
Na igreja moderna, a reunião de oração é uma espécie de Cinderela. Essa serva do Senhor é desprezada e desdenhada porque não se adorna com as pérolas do intelectualismo, nem se veste com as sedas da Filosofia, nem se acha ataviada com o diadema da Psicologia. Mas se apresenta com a roupagem simples da sinceridade e da humildade, e por isso não tem receio de se ajoelhar.

10/10/16

As Amarras da Liberdade.





                             Por Roger Olson é um teólogo Arminiano de persuasão evangélica Batista

Para milhões de pessoas, nenhuma palavra soa tão bem quanto "liberdade". Nos comerciais de televisão, anuncia-se que a compra de um automóvel ou uma viagem àquele destino paradisíaco trarão a liberdade de que o telespectador tanto precisa. Datas festivas, como a da independência de um país, também são saudadas como símbolos de liberdade, e boa parte dos hinos nacionais a mencionam. Políticos, homens de negócios, publicitários, vendedores, chefes militares – todos sabem como usar essa palavra para chamar a atenção de seus públicos e atrair interesse. Sim, poucas palavras são tão comuns e, ao mesmo tempo, carregam tamanho significado.

20/09/16

Bem Aventurados






Por Pastor e Teólogo Ariovaldo Ramos


Jesus subiu ao monte para falar com seus discípulos, e eles entenderam, porque, tão logo, ele se assentasse, como era costume dos mestres em Israel quando ensinavam, eles se aproximaram dele. Sabiam que Jesus não falava  à multidão do alto do monte, mas, da base da praia e, portanto, se aproximaram dele para ouvir o que tinha a dizer, exclusivamente, aos discípulos. Jesus, olhando para a multidão de filhos de Abraão, ali reunida, que aguardava pelo Messias, com grande expectativa, começou falar do quadro que aquela multidão sugeria.

07/08/16

Fé Evangélica







Por Fabio Alves



Uma cosmovisão dogmática parte necessariamente de uma atitude de fé. A modernidade trouxe para nós uma visão dentro do campo das ciências humanas e exatas em que o pensamento e ação humana devem ser tratados dentro da dimensão científica e filosófica e que por fim, tudo deve ser submetido à razão científica. Esta lógica parte da idéia da auto-suficiência do homem e que tudo é previsível conforme se desenvolve a ciência. Freitas fala o seguinte sobre este tema:

“Essa presença firme da lógica científica na ação educativa e em todos os domínios da vida social caracteriza a modernidade como um período da história da humanidade marcada pela confiança e pela fé sem limites na razão.” (FREITAS, 2010) 

A fé como podemos ver não faz só parte do campo das religiões, mas também do campo da ciência, porém na modernidade ela ganha novos aspectos que estão sendo desenvolvidos no tempo que estamos vivendo.
A fé científica é diferente da fé do teísmo  Cristão ou da fé comum que podemos observar no conjunto das sociedades e também no conjunto das religiões. Porém, a mesma não deixa de ser dogmática e trazer elementos de convicção, certeza, e confiança naquilo em que ela acredita.

01/07/16

A Cruz Antiga e a Nova.





Uma crítica ao pragmatismo entre os evangélicos de hoje. ( Por A.W.Tozer Pastor e teólogo Arminiano)

Totalmente sem aviso e despercebida, uma nova cruz surgiu nos círculos populares evangélicos nos tempos modernos. Parece-se com a antiga cruz, mas é diferente: as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.


Desta nova cruz brotou uma nova filosofia da vida cristã, e dessa nova filosofia proveio uma nova técnica evangélica – um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Esta nova evangelização emprega a mesma linguagem da antiga, mas seu conteúdo não é o mesmo e a sua ênfase não é como antes.

10/06/16

A Volta de Cristo


Por Pastor David Wilkerson


Quando eu era criança, o grito da igreja era: "Cristo está voltando! Como o ladrão da noite, Ele voltará quando menos se esperar. Virá num piscar de olhos, ao soar da trombeta. Fique preparado o tempo todo".


Por toda a minha adolescência, esse grito era ouvido todo culto de domingo. Todo evangelista que vinha pregar na igreja de meu pai tinha uma mensagem comovente sobre o breve retorno de Cristo. Seus gritos se perdem em minha memória. E a mensagem formava em mim um temor e expectativa santos. Aprendi a viver esperando o Senhor voltar a qualquer momento.
Esse grito: "Cristo está voltando", raramente se ouve hoje na igreja. Não me lembro da última vez em que ouvi uma mensagem sobre a volta de Jesus. Como resultado, quando olho o corpo de Cristo, vejo pouca expectativa pela breve volta do Senhor. É triste, mas só uns poucos e fiéis servos parecem desejar e querer apressar a Sua manifestação.

02/05/16

Shalom e Kadosh na carta aos hebreus.



Por Fabio Alves
Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.
 (Hebreus  12;14)
 O autor da carta aos Hebreus lembra aos judeus cristãos da importância da paz e da santificação na caminhada cristã e que sem elas a esperança é nula, pois a fé não é viva, mas morta.
Mas de que paz nos fala o autor? Seria a paz que o mundo conhece? No mundo paz representa ausência de guerra, tranquilidade pública, tratado que mantem este estado, sossego, calma, ser inofensivo,  ausência de conflito de qualquer natureza.  Mas a paz descrita aqui vai muito além desta perspectiva. O termo conhecido no Antigo Testamento é a palavra shalom.

19/04/16

Nota de repúdio à apologia da tortura!




(Nota da Igreja Metodista do Brasil) 

Ai dos que chamam de bem o mal e de mal, o bem. Fazem da escuridão a luz e da luz, escuridão. Fazem passar por amargo o que é doce e por doce, o amargo”. Isaías 5,20.

A atual situação social que o Brasil tem vivido nos faz clamar por tolerância e discernimento. Os acontecimentos políticos contemporâneos produzem efeitos nas relações sociais que podem trazer malefícios e desentendimentos. Temos acompanhado a radicalização e a polarização de opiniões na mídia, nas relações sociais, de trabalho, familiares e nas redes sociais, muitas vezes acompanhados de ofensas e hostilidades mútuas.
No último domingo o país acompanhou a votação da abertura do processo de impedimento da presidenta Dilma Roussef com grande interesse. Nesse processo, no qual cada parlamentar era chamado nominalmente para votar de maneira aberta e a justificar seu voto, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) dedicou seu voto à memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, chefe do DOI-CODI de São Paulo, órgão de repressão política que foi palco de torturas e assassinatos durante a ditadura civil-militar instaurada a partir de 1964.
Não se pode calar diante do insulto que se constituiu à história, às instituições da República e aos valores democráticos e republicanos do povo brasileiro o discurso do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), antes de pronunciar o seu voto em plenário.
Portanto, a Assessoria de Direitos Humanos da Igreja Metodista na Terceira Região Eclesiástica manifesta seu repúdio ao discurso do referido deputado, enfatizando que: